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NOSSOS
IRMÃOS
Cap.
XII do Evangelho Segundo o Espiritismo – Ítem 10
"E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão." - João. (I JOÃO, 4:21.)
Certo, a palavra da Boa Nova não se reporta aos companheiros amados e felizes que já solucionaram conosco as questões de harmonia mental, e sim aos que respiram em nossa atmosfera, exigindo auxílio fraterno e seguro.
São eles:
- os nossos irmãos doentes que
reclamam remédio;
- os infortunados que pedem
consolo;
- os fracos que esperam defesa;
- os ignorantes que anseiam por
esclarecimento; os desajustados que necessitam de compreensão;
- os criminosos distanciados do
socorro e da luz;
- os insubmissos que nos desafiam
a tolerância;
- os desequilibrados que nos
induzem a vigiar para o bem;
- os demolidores que nos oferecem
o ensejo de reconstruir;
- os revolucionários que nos
auxiliam a reconhecer os benefícios da ordem;
- os que nos ferem, ajudando-nos
a desbastar as próprias imperfeições;
-os que nos perseguem e caluniam,
proporcionando-nos a oportunidade de suportar com o Cristo, na prática do
Evangelho.
O irmão iluminado e bondoso, em si, já representa uma obra viva do Pai, através da qual O conhecemos e admiramos; o irmão ignorante ou infeliz, porém, é uma obra que o Céu nos convida a amparar e embelezar, no rumo da perfeição, em nome do Todo-Misericordioso.
Se amas a Deus no irmão que te entende e ajuda, não te esqueças de honrá-lo e querê-lo no irmão que ainda te não pode amar.
Do Livro: Vinha de Luz
EMMANUEL
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